segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Coração de Pastor - Resgatando a Responsabilidade Pastoral do Presbítero

Coração de pastor

Sinopse

Quem pastoreia a igreja?

A resposta será dada a partir de nossas conveniências pessoais, de nossas preferências e tradições ou a partir da Escritura?

“Um livro muito necessário, com muitas idéias úteis, encontradas na Escritura. Minha sugestão é que você o compre e o devore.”
Jay Adams

“John Sittema escreveu um livro excelente sobre o papel dos presbíteros, apoiado em estudo bíblico cuidadoso e rica experiência pastoral. Este é um livro desafiador e prático, um recurso muito valioso para a igreja hoje.”
Robert Godfrey, Presidente do Westminster Theological Seminary, CA.

“Um livro-desafio. Sua igreja nunca mais será a mesma.”
Cláudio Marra, Editor e autor de A Igreja Discipuladora

John Sittema (ThM, DMin), ordenado há 33 anos pela PCA, é atualmente pastor titular da Christ Church, Jacksonville, Flórida. Foi editor do jornal Reformado Outlook por 10 anos e ensina no Reformed Seminary.

Fonte: http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=212

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Sugestões para avançarmos na preparação de novos membros: Básico: CURSO PARA CATECÚMENOS - Intermediário: O QUE TODO PRESBITERIANO INTELIGENTE DEVE SABER - Avançado: CALVINISMO por Abraham Kuyper

Básico: 

CURSO PARA CATECÚMENOS
Autor(es): ADAO CARLOS NASCIMENTO

Sinopse
O Que Você Precisa Saber Antes da Confissão de Fé e Batismo.

A fé cristã é convicção baseada em fatos reais. Tem bases sólidas. Tentar servir a Deus na ignorância pode ser desastroso. O apóstolo Paulo testemunhou que os judeus de sua época tinham "zelo por Deus, porém não com entendimento". A ignorância os levava a se afastarem de Deus, mesmo quando julgavam servi-lo.

Por esses e outros motivos, a Igreja Presbiteriana exige daqueles que vão professar a fé, o conhecimento básico das doutrinas cristãs. Este livro foi escrito para ajudar os pastores e os professores da Classe de Catecúmenos a preparar os candidatos à pública profissão de fé para darem, conscientemente, este importante passo.

Traz 13 estudos, indicações de textos bíblicos para leitura e exercícios para fixação da matéria estudada.




Intermediário:



O QUE TODO PRESBITERIANO INTELIGENTE DEVE SABER
Autor(es): ADAO CARLOS NASCIMENTO , ALDERI SOUZA DE MATOS

Sinopse

Uma das coisas mais importantes para todo grupo é ter uma consciência clara da sua identidade e objetivos. A identidade tem a ver com as raízes, a história, as características distintivas. Os objetivos são uma decorrência disso: à luz das raízes, da identidade, das convicções básicas, serão estabelecidos os alvos, as prioridades, as maneiras de ser e viver no mundo.

Muitos presbiterianos, infelizmente, ignoram a sua identidade, não sabem exatamente quem são como indivíduos e como igreja. Não conhecendo as suas origens - históricas, teológicas, denominacionais - eles têm dificuldade em posicionar-se quanto a uma série de questões e de definir com clareza os seus rumos, as suas prioridades. Muitas vezes, quando questionados por outras pessoas quanto a suas convicções e práticas, sentem-se frustrados com sua incapacidade de expor de modo coerente e convincente as suas posições.

Este livro foi escrito especialmente para ajudar os presbiterianos a solidificar suas convicções e a firmar uma consciência clara de sua identidade e objetivos.
SUMÁRIO

Introdução: O que todo Presbiteriano Inteligente deve Saber
Cap. 1 – Quem Somos e de Onde Viemos
Cap. 2 – Breve Histórico do Presbiterianismo
Cap. 3 – A Visão Calvinista do Estado e da Sociedade
Cap. 4 – Calvinismo e Capitalismo: Qual é Mesmo a Sua relação?
Cap. 5 – Os Cinco Pontos do Calvinismo
Cap. 6 – Primeiras tentativas de Implantação no Brasil
Cap. 7 – A Confissão de Fé da Guanabara
Cap. 8 – A Implantação do Presbiterianismo no Brasil
Cap. 9 – A Reconstituição do Presbiterianismo no Brasil
Cap. 10 – A Estruturação do Presbiterianismo no Brasil
Cap. 11 – Nossos Símbolos de Fé
Cap. 12 – O Sistema Presbiteriano de Governo
Cap. 13 – Escritura Sagrada: Palavra de Deus
Cap. 14 – Deus Pai e a Trindade
Cap. 15 – Jesus Cristo, Deus Filho
Cap. 16 – O Espírito Santo é Deus
Cap. 17 – A Criação do Universo e do Homem
Cap. 18 – O Plano de Salvação
Cap. 19 – A Garantia da Salvação
Cap. 20 – A Igreja de Cristo
Cap. 21 – O Batismo Cristão
Cap. 22 – Por Que Não Batizamos Por Imersão
Cap. 23 – Por Que Batizamos Por Aspersão
Cap. 24 – Por Que Batizamos Nossas Crianças
Cap. 25 – A Ceia do Senhor
Cap. 26 – O Cristão e a Responsabilidade Social
Cap. 27 – O Compromisso do Presbiteriano Autêntico
Cap. 28 – E Então Virá o Fim



Avançado:

Calvinismo - Abraham Kuyper


Calvinismo

Sinopse

O canal em que se moveu a Reforma do século 16, enriquecendo a vida cultural e espiritual dos povos que o adotaram. O sistema que hoje a igreja cristã deve reconhecer como bíblico.


A palavra calvinismo tem vários sentidos. Em seu significado mais amplo, como se vê neste livro, o Calvinismo se refere a um sistema que alcança todos os aspectos da vida humana. Como muitos ismos conhecidos, o Calvinismo apresenta à humanidade um conjunto de alternativas com respeito às três questões básicas da vida:


1. Como uma pessoa se relaciona com Deus?


2. Como uma pessoa se relaciona com outras pessoas?


3. Como uma pessoa se relaciona com o mundo?


Mas, ao contrário de outros ismos, o Calvinismo obtém suas respostas da Palavra de Deus, no melhor estilo da Reforma do século 16. Nesta edição é apresentada a relação do Calvinismo com religião, política, ciência e arte.


Um livro atual e necessário.

Fonte: http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=196

O Presbítero - Manual Presbiteriano

Art. 50 - O Presbítero regente é o representante imediato do povo, por este eleito e ordenado pelo Conselho, para, juntamente com o pastor, exercer o governo e a disciplina e zelar pelos interesses da Igreja a que pertencer, bem como pelos interesses da Igreja a que pertencer, bem como pelos de toda a comunidade, quando para isso eleito ou designado.

Art. 51 - Compete ao Presbítero:

a). levar ao conhecimento do Conselho as faltas que não puder corrigir por meio de admoestações particulares;
b). auxiliar o pastor no trabalho de visitas;
c). instruir os neófitos, consolar os aflitos e cuidar da infância e da juventude;
d). orar com os crentes e por eles;
e). informar o pastor dos casos de doenças e aflições;
f). distribuir os elementos da Santa Ceia;
g). tomar parte na ordenação de ministros e oficiais;
h). representar o Conselho no Presbitério, este no Sínodo e no Supremo Concílio.

Art. 52 - O presbítero tem nos Concílios da Igreja autoridade igual a dos ministros.

O PRESBÍTERO E A IGREJA DE CRISTO

DIA DO PRESBÍTERO


No Domingo (07/08) a IPB comemorou o Dia do Presbítero, dia muito especial para as Igrejas Presbiterianas, e também para as UPH's, Federações, Sinodais e CNHP, pois grande parte dos Presbíteros são sócios de suas UPH's. Cumprimentamos a todos, pela passagem do seu dia, e em homenagem a todos postamos o artigo (pastoral) escrito pelo Rev. Gilson Moreira, Pastor da I IPB de Cariacica - ES, e Presidente do Sínodo Central Espiritossantense (SCE).

O PRESBÍTERO E A IGREJA DE CRISTO

Segundo as Escrituras o vocábulo presbítero, do grego: “presbyteros”, significa ancião; e “presbys”: idoso, ambos designando a pessoa mais madura e experiente, principalmente no que diz respeito a assuntos e práticas religiosas, bem como, espirituais. A primeira vez que aparece a palavra presbyteros no Novo Testamento é em Mateus 15.2, aí traduzida para “anciãos”. A participação dos anciãos em decisões com liderança religiosa está explicitamente exposta no Novo Testamento, por exemplo, em Mateus 21.23; 26.3,47,57; e 27.1.3.12; etc.

Deve-se observar que no primeiro capítulo de Atos encontramos a Igreja reunida para a escolha/eleição do substituto de Judas, porém, não se faz nenhuma menção a presbíteros (At.1:21), apenas menciona sobre “... homens que nos acompanharam durante todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós.” É possível que daí tenha surgido a ideia de se escolher presbíteros como sendo aqueles que tinham mais experiência em sua vida cristã; e não aqueles que sejam mais velhos em idade, no caso seriam os anciãos.

O termo presbyteros, referindo-se a certos irmãos que faziam parte da liderança da Igreja juntamente com os apóstolos, aparece pela primeira vez em Atos 11:30, e mais especificamente quando da realização do que é conhecido e chamado de o primeiro concílio da Igreja, como registra Atos 15.2,4,6,22,23 e 16.4. Depois, os presbíteros passam a se destacar como os novos líderes da Igreja cristã, pós era apostólica, designados ou enviados pelos próprios apóstolos, confira em Atos 11:30; 14.23; 20:17; 21:18; Tito 1.5; Tiago 5:14; 1Pe.5.1; 2 e 3 João 1. O próprio Senhor Jesus assim os reconhece, como nos revela Apocalipse 4.4, 10; 5.5,6,8,11,14; 7.11,13; 11.16; 14.3 e 19.4.

A IPB como igreja reformada, seguindo a prática bíblica de ter presbíteros assumindo sua liderança maior, é governada por Presbíteros, como o seu próprio nome: “Presbiteriana”, revela; cujo sistema de governo tem sua origem com John Knox, na Escócia, em 1560. Por isso, comemora-se hoje na IPB, o “Dia do Presbítero”.

Para o exercício deste ofício a IPB tem duas categorias de Presbíteros: 1) Presbítero Regente – que exerce o seu ofício voltado mais para superintender a vida administrativa da Igreja local, regional e nacional; 2) Presbítero Docente – sua principal função é o de exercer o pastorado da Igreja, o ensino, orientar quanto ao culto, a liturgia, a doutrina e a administração junto com o presbítero regente.
Uma das diferenças básica entre o presbítero regente e o docente, é que o regente para o exercício de sua função não precisa fazer seminário e nem ter nenhuma formação e muito menos curso superior; já o presbítero docente, para a realização de suas funções, isto é, para assumir o pastorado da Igreja e de tudo que o ofício requer, necessariamente tem que fazer um seminário teológico e, ao depois de cumprir todas as exigências constitucionais, ser ordenado ao Sagrado Ministério por um presbitério da IPB. Só a partir de então é considerado e reconhecido como presbítero docente, isto é, pastor presbiteriano.

Por outro lado, há um nível de igualdade no exercício de suas respectivas funções, os presbíteros regente e docente, quanto a sua vida conciliar, como representantes da Igreja local no presbitério; e, do presbitério, no Sínodo e no Supremo Concílio; ou quando são eleitos, nomeados ou comissionados para qualquer cargo/função dentro da IPB em nível local, regional e nacional, em seus órgãos, autarquias, comissões, juntas e secretarias; um não está acima do outro, tratam-se e relacionam-se igualmente, devendo obedecer às regras de conduta conciliar. Aproveitamos essa oportunidade para parabenizar todos os nossos presbíteros nesse seu dia, Deus os abençoe!

Gilson.
Fonte: http://www.ipb.org.br/uph/portal/node/234

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

As funções dos presbíteros por Ewerton Barcelos Tokashiki

As funções atribuídas aos presbíteros aqui descritas não são exaustivas. Elas mencionam o que o presbítero deve ser e fazer, mas ele não pode se limitar a elas. Todos os presbíteros devem exercer o seu ofício em conformidade com a diversidade dos dons de cada um, e discernindo segundo a necessidade da Igreja. A vitalidade da igreja muito depende da operosidade dos presbíteros.

Uma palavra grega usada para se referir ao ofício de presbítero é episcopos. Sabemos que “o uso no N.T., em referência aos líderes, parece ser menos técnica do que uma tradução como ‘bispo’ sugeriria; daí, superintendente, ou supervisor At 20:28; Fp 1:1; 1 Tm 3:2; Tt 1:7.”[1] O presbítero tem a responsabilidade de supervisionar a igreja que o escolheu para ser o seu líder. Louis Berkhof afirma que “claramente se vê que estes oficiais detinham a superintendência do rebanho que fora entregue aos seus cuidados. Eles tinham que abastecê-lo, governá-lo e protegê-lo, como sendo a própria família de Deus.”[2]

A responsabilidade dos presbíteros de supervisão não se limita aos membros da igreja. Os presbíteros devem supervisionar o seu pastor. R.B. Kuiper observa que "um dos seus mais solenes deveres é vigiar a vida e o trabalho do pastor. Se o pastor não leva uma vida exemplar os presbíteros regentes da igreja devem chamar-lhe a atenção, e corrigi-lo. Se não é tão diligente em sua obra pastoral como deveria sê-lo, devem estimulá-lo para que tenha maior zelo. Se a falta de paixão que deve caracterizar a pregação da Palavra de Deus, os presbíteros regentes devem dar os passos necessários para ajudá-lo a superar tal defeito. E, se a pregação do pastor, em qualquer assunto de maior ou menor importância, não está de acordo com a Escritura, os presbíteros não devem descansar até que o mal tenha sido resolvido."[3] Entretanto, os presbíteros devem oferecer liberdade e recursos para que o seu pastor desenvolva-se e possa oferecer mais ao rebanho.

A autoridade do presbítero


A autoridade dos governadores é puramente ministerial e declarativa. Cada função do Conselho, como o ensino, a admoestação, governo e o exercício da disciplina, devem fundamentar-se na Palavra de Deus. Os presbíteros não possuem autoridade inerente. Não possuem o direito de impor as suas opiniões pessoais, preferências, filosofias sobre o culto, a doutrina, ou o governo da igreja, antes, devem examinar e extrair das Escrituras os padrões e princípios estabelecidos por Deus.

A autoridade do presbítero procede de:


1. A autoridade de Cristo como cabeça da Igreja.
2. Submissão à Cristo como o Senhor da Igreja.
3. A obediência e fidelidade à Escritura Sagrada como única regra de fé e prática.
4. Uma vida de santidade pessoal e familiar.
5. O exercício responsável da sua vocação e dos seus dons segundo o seu chamado.

As funções pastorais


1. Visitar os membros menos assíduos às reuniões da igreja;
2. Resolver os desentendimentos entre os membros;
3. Instar os disciplinados ao sincero arrependimento;
4. Orar por/com todas as famílias da igreja;
5. Consolar os aflitos e necessitados;
6. Supervisionar o bom andamento das atividades da igreja;
7. Exortar aos pais que tragam os seus filhos ao batismo;
8. Ser um pacificador em assuntos controversos;
9. Lembrar aos membros da sua fidelidade com os dízimos e ofertas;
10. Dar assistência e/ou liderar as congregações (quando houver);
11. Auxiliar na distribuição da Ceia do Senhor.

As funções doutrinárias


Os presbíteros em nosso sistema de governo têm a responsabilidade de guardarem a doutrina da corrupção. (1 Tm 3:16; Tt 2:7-8). Entretanto, para isto é necessário:
1. Conhecer o sistema e doutrinas presbiterianas;
2. Zelar pela fidelidade e pureza doutrinária da igreja;
3. Avaliar a qualificação doutrinária do pastor;
4. Examinar os candidatos ao rol de membros da igreja;
5. Discernir os novos “movimentos” que os membros estejam se envolvendo;

As funções administrativas (indivíduo)


1. Representar as necessidades dos membros nas reuniões do Conselho;
2. Zelar para que as decisões do Conselho sejam cumpridas pela igreja;
3. Lembrar os membros dos seus deveres e privilégios;
4. Acompanhar o funcionamento das sociedades e ministérios da igreja;
5. Elaborar propostas e projetos para a edificação da igreja.

As funções administrativas (concílio)


1. Reunir periodicamente para decidir sobre o bem estar da igreja;
2. Divulgar na igreja local as decisões dos concílios superiores (presbitérios, sínodo, SC);
3. Avaliar candidatos ao batismo e profissão de fé;
4. Participar na aplicação da disciplina bíblica para que atinja a sua finalidade;
5. Analisar se a Junta Diaconal está realizando as suas atribuições;
6. Acompanhar o bom andamento das sociedades internas e ministérios da igreja;
7. Avaliar para o envio ao presbitério os candidatos ao sagrado ministério pastoral;
8. Participar da ordenação e instalação de novos pastores e presbíteros;
9. Representar a igreja local nos concílios superiores.


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Sobre o autor:
Ewerton Barcelos Tokashiki é ministro presbiteriano e professor no Seminário Presbiteriano Brasil Central-Ji-Paraná e na Faculdade Metodista de Porto Velho.

Fonte: doutrinacalvinista.blogspot.com

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Notas:


[1] F. Wilbur Gingrich & F.W. Danker, Léxico do N.T. Grego/Português (São Paulo, Ed. Vida Nova, 1993), p. 83.
[2] Louis Berkhof, Teologia Sistemática (Campinas, LPC, 1990), p. 590.
[3] R.B. Kuiper, El Cuerpo Glorioso de Cristo (Michigan, T.E.L.L., 1985), p. 132.


Extraído do site: http://www.eleitosdedeus.org/igreja/funcoes-dos-presbiteros-ewerton-barcelos-tokashiki.html#ixzz1cMx23nvz

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