quarta-feira, 26 de junho de 2013

Faça o Teste: Seu culto e igreja podem ser efeminados se…


Seu culto e igreja podem ser efeminados se…

 

1. Sua música e sermões quase nunca contêm referências a juízo, ira, batalhas, inimigos, inferno, Satanás, ou apostasia;

2. Seu ministro de música está mais preocupado que o coral trile seus “eres” corretamente do que em encher o santuário com audível som de batalha;

3. Um dos ministros passou a usar um colarinho clerical e uma camisa cor-de-rosa e ninguém na sessão teve a coragem de dizer que ele está parecendo um garoto de treze anos com bochechas rosadas, como num dos quadros de Norman Rockwell;

4. O grupo de louvor canta coisas do tipo “quero namorar Jesus”, e a expressão deles enquanto estão de pé lá na frente é a mesma daqueles caras no banco de trás do carro, tentando alcançar algo mais com suas namoradas de verdade;

5. Os sermões raramente lidam com o pecado ou, quando o fazem, lidam com pecados encontrados fora do templo, de preferência entre os secularistas em Hollywood ou em qualquer outro lugar;

6. A música de adoração passa por mudanças de acordes rígidos, com especial menção sendo dada à mudança de Mi menor para Dó maior;

7. O ministro usa uma estola sacerdotal, mas a impressão não é a de que ele está vestido para a batalha. Se esse mesmo ministro usasse um kilt, todos pensariam ser uma saia de algum colégio interno só para meninas. Mas se o ministro fosse capaz, ao contrário, de usar um kilt de tal forma a aterrorizar pecadores com o som imaginário de gaitas de fole, e os sons de uma versão resumida do Armagedon cruzando terras enevoadas, e o texto do sermão fosse uma daquelas espadas escocesas de dois gumes zunindo sobre a cabeça de quem o escuta, esse tipo de homem então poderia, se quisesse, usar uma estola;

8. A igreja não pratica a disciplina eclesiástica, e não é porque todos na igreja estão se comportando bem. Eles não praticam a disciplina porque os presbíteros estão se comportando mal.

9. Um grupo de mulheres de presbíteros, ou mulheres de diáconos, ou mulheres voluntárias avulsas formou, na prática, uma sombra sobre o governo da igreja. Um voto é tomado na reunião do conselho, e cerca de meia hora depois de os presbíteros chegarem em casa, os telefones começam a tocar, e-mails começar a ser enviados, e a decisão começa a se tornar notória;

10. Uma ênfase robusta sobre a verdade, bondade, e beleza tem gradualmente se transformado num festival para estetas exibicionistas e afetados. A beleza enfatizada não é a de Bach, Rembrandt, Wren, ou Lewis, mas a da pretensamente encontrada nos encontros de alguma sociedade literária feminista;

11. Essa lista é impressa e colada no mural de sua igreja, e pelo menos três pessoas sentem-se mortalmente ofendidas.

Tradução: Márcio Santana Sobrinho

Fonte: http://www.dougwils.com/


Douglas Wilson

domingo, 23 de junho de 2013

O EIXO DOS PROTESTOS - amparados por uma esquerda e extrema-esquerda unida em coro e dinheiro globalista, não será estranho se além das bandeiras da censura às mídias e a marcha da maconha, aparecer no cenário uma grande onda de “Lula lá” ou pior. Clique no link abaixo para acessar o artigo: http://partidocalvinista.blogspot.com.br/2013/06/o-eixo-dos-protestos-amparados-por-uma.html

O EIXO DOS PROTESTOS - amparados por uma esquerda e extrema-esquerda unida em coro e dinheiro globalista, não será estranho se além das bandeiras da censura às mídias e a marcha da maconha, aparecer no cenário uma grande onda de “Lula lá” ou pior.

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(VÍDEO) - Ei, manifestante! Vá tomar no 'curling'. Sem diagnóstico da doença, não há tratamento adequado. Pior: o tratamento AGRAVA a doença. Clique no link abaixo para acessar o vídeo: http://partidocalvinista.blogspot.com.br/2013/06/ei-manifestante-va-tomar-no-curling-sem.html

(VÍDEO) - Ei, manifestante! Vá tomar no 'curling'. Sem diagnóstico da doença, não há tratamento adequado. Pior: o tratamento AGRAVA a doença.

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A culpa da corrupção é do Foro de São Paulo: notas

A culpa da corrupção é do Foro de São Paulo: notas

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(VÍDEO) - O PERFEITO IDIOTA BRASILEIRO - A TARIFA DA IGNORÂNCIA - NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA DE COMUNISTAS E ESQUERDOPATAS

(VÍDEO) - O PERFEITO IDIOTA BRASILEIRO - A TARIFA DA IGNORÂNCIA - NÃO SEJA MASSA DE MANOBRA DE COMUNISTAS E ESQUERDOPATAS



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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Apontamentos sobre os tumultos e manifestações recentes por Augustus Nicodemus Lopes

Apontamentos sobre os tumultos e manifestações recentes
Os homens escarnecedores alvoroçam a cidade,
mas os sábios desviam a ira (Pv 29.8)

Algumas pessoas têm me perguntado o que acho das manifestações e protestos que estão ocorrendo em todo o país. Não me sinto em condição de oferecer uma análise político-social de tudo isto, mas posso ao menos tentar entender o assunto em geral do ponto de vista cristão-reformado.

Para começar, o Deus Altíssimo está acima e governa soberanamente, de acordo com seus propósitos insondáveis, os povos, as nações, as multidões, as massas. É esta a mensagem consistente de toda a Escritura. O Salmo 2 descreve Deus rindo e zombando das manifestações das nações, como se os povos pudessem, com sua fúria e rebelião, frustrar os planos do Senhor (Sl 2.1-5). Isaias se refere ao bramido das nações e dos povos em grande ira e de como o Senhor as dispersa como o vento leva a palha (Is 17.12-13).

Embora as manifestações em São Paulo e outras cidades sejam contra o governo e não contra os cristãos, manifestações populares que geralmente acabavam em tumulto foram usadas pelos inimigos de Deus para tentar destruir a Cristo e a igreja cristã nascente. Contudo, pela providência soberana de Deus, os resultados sempre concorreram para o avanço do Evangelho. As massas em Jerusalém vieram ao palácio de Pilatos se manifestar contra Jesus e pedir a sua crucificação, no que foram atendidos (Mt 27.202-26). Ao fazer isto, estavam cumprindo, sem saber, a mais importante etapa do plano da salvação elaborado por Deus, que era a morte do Filho de Deus na cruz pelos pecados de seu povo.

Em outra ocasião, judeus e gentios se juntaram em Icônio para uma manifestação contra ao apóstolo Paulo, que terminou em tumulto. O resultado foi que Paulo saiu de lá e foi evangelizar Listra e Derbe (At 14.5-7). Noutra ocasião ele também foi alvo de uma manifestação popular, desta feita organizada pelos santeiros de Éfeso, revoltados com a queda das vendas das imagens da deusa Diana. O tumulto acabou envolvendo as autoridades locais. O resultado da manifestação foi a saída de Paulo da cidade (At 19.23-40). Todavia, de lá ele seguiu para a Macedônia pregando e confirmando as igrejas.

Mais tarde, os judeus de Jerusalém organizaram um tumulto contra Paulo, pedindo a sua morte (At 21.27-31 e 22.22-29). Mais uma vez a polícia teve de intervir. Paulo escapou porque era cidadão romano. Mas acabou sendo levado preso para Roma, cumprindo assim o plano de Deus – foi da prisão em Roma que Paulo escreveu várias das suas cartas: Efésios, Colossenses, Filipenses e Filemon.
Ou seja, por mais que as manifestações populares pareçam um poder independente e soberano estão, todavia, debaixo do governo divino. Através delas Deus realiza seu proposito maior, que é promover a sua glória e o bem do seu povo, ainda que, no momento, não percebamos de que forma estas coisas se materializam na história.

Outro ponto a lembrar é que manifestações violentas e tumultos são decorrentes das guerras e contendas que procedem do coração humano, corrompido pelo pecado. Ainda que, por causa da graça comum, existam por vezes motivos justos para estas manifestações, tais motivos são frequentemente misturados com motivações obscuras e impuras  (Tg 4.1-3). Elas expressam o caos espiritual que há nos corações sem Deus e a desordem social e civil que entrou na sociedade humana pelo pecado de Adão e pelo nosso próprio. Como parte de seu governo sobre o mundo, Deus por vezes usa as autoridades para reprimir e castigar os baderneiros. As sedições e tumultos contra o império romano no período neo-testamentário eram reprimidos vigorosamente, como no caso de Barrabás que havia sido condenado a morte por causa de liderar uma sedição e ter matado alguém (Lc 23.19,25). Protestos liderados por Teudas e Judas, o galileu, terminaram com a morte deles pelos soldados romanos (At 5.36-37). Os líderes judeus viviam com medo de serem esmagados pelos romanos caso houvesse entre eles quem liderasse tumultos e protestos (At 19.40). Estas manifestações e protestos de judeus insatisfeitos com o domínio romano tinham um fundo escatológico, decorrente de uma interpretação popular e equivocada quanto à natureza do Reino de Deus.  

Por fim, lembremos que as autoridades foram constituídas por Deus. Conforme Paulo nos ensina, elas são ministros de Deus para proteger os bons, castigar os maus e promover o bem da sociedade. Por isto, devem ser respeitadas, temidas e a elas devemos pagar impostos. A palavra que Paulo usa para se referir à autoridade como “ministro” de Deus é a palavra diáconos, bem conhecida dos cristãos (Rm 13.1-7). Pedro vai nesta mesma linha (1Pe 2.13-14). Isso não significa que devamos, como cristãos, obediência absoluta ao Estado. Nossa consciência está cativa à Palavra de Deus como instância última. 

Em casos de conflito – quando o Estado exige de mim aquilo que a Palavra de Deus proíbe – devo obedecer a Deus e não aos homens. Pois ao colocar-se contra os valores e princípios de Deus, o Estado corrompe seu papel dado por Deus e suas leis são meras leis “humanas” em contraste com as divinas.
Em casos assim, cabe aos cristãos o uso dos meios legítimos para discordar, avisar e alertar o Estado e, finalmente, estar prontos para sofrer as consequências da desobediência à estas leis, como os primeiros cristãos fizeram ao recusar-se a adorar o Imperador, culto oficial e obrigatório do império romano.

Diante do exposto acima, imagino algumas conclusões práticas. Primeira, não devemos jamais temer o tumulto das massas – Deus está no controle. Essa é a confiança dos servos do Altíssimo. Embora tumultos populares organizados tenham sido sempre seja uma arma dos inimigos do povo de Deus para destruir a Igreja, lembremos que Deus sempre reverteu o propósito maligno em favor do seu povo.

Segundo, vejo como legítima a participação dos cristãos em manifestações públicas que sejam ordeiras e pacificas, que não sejam tumultos e que tenham em mente o bem da sociedade e não somente os privilégios dos crentes e evangélicos. Não faz sentido as igrejas se organizarem em passeatas e manifestações e marchas para reivindicar privilégios para os crentes. Estas manifestações são civis, expressões sociais e não um culto. Por exemplo, ao protestarmos contra a aprovação da lei da homofobia devemos fazê-lo essencialmente porque se trata de uma violação da Constituição que garante a todos – e não somente aos crentes – o direito de consciência e de expressão.

Terceiro, não custa lembrar que a maneira da igreja influenciar e mudar a sociedade é fundamentalmente pela pregação do Evangelho de Cristo, chamando governantes e governados ao arrependimento de seus pecados e conversão, pela fé, a Jesus Cristo. Não somente isto, pelo procedimento e pelo exemplo os cristãos se tornam sal e luz do mundo, quando suas obras de amor, arrependimento e fé são vistas pelos incrédulos (Mt 5.14-16).
 
 
 

(Vídeo) - Protesto ou anomia? Não seja manipulado pela liderança esquerdista e incoerente.

(Vídeo) - Protesto ou anomia? Não seja manipulado pela liderança esquerdista e incoerente.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://historiareformacional.blogspot.com.br/2013/06/video-protesto-ou-anomia-nao-seja.html

quarta-feira, 5 de junho de 2013