segunda-feira, 22 de julho de 2013

PIRIGUETES GOSPEL ESTÃO ENCHENDO AS IGREJAS

PIRIGUETES GOSPEL ESTÃO ENCHENDO AS IGREJAS

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Calvinismo Hoje: Uma Análise SWOT

Calvinismo Hoje: Uma Análise SWOT

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JOÃO ALEXANDRE ROMPE COM O MERCADO DE MAMON GOSPEL

JOÃO ALEXANDRE ROMPE COM O MERCADO DE MAMON GOSPEL

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Construído pelo Ministério da Cultura (Marta Suplicy e PT), “memorial do funk” custa 4 milhões e causa polêmica

Construído pelo Ministério da Cultura (Marta Suplicy e PT), “memorial do funk” custa 4 milhões e causa polêmica

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Solano Portela: "A Igreja perdeu a visão teológica da educação integral das pessoas"




A pouco mais de 200 dias da abertura da 16ª Consciência Cristã, a equipe da VINACC já está no aquecimento para a realização do evento. Por isso, realizamos uma série de entrevistas exclusivas com alguns dos preletores já confirmados no evento. Além de Paul Washer, outro entrevistado foi o presbítero e professor Solano Portela, que participará da Consciência Cristã pela primeira vez. Solano é Mestre em Teologia pelo Biblical Theological Seminary em Hatfield (EUA), e faz parte do conselho editorial da Editora Cultura Cristã, além de ministrar módulos, como professor convidado, na Universidade Presbiteriana Mackenzie e no Instituto Andrew Jumper. Em sua entrevista, Solano falou sobre o Brasil e sobre a Igreja Brasileira, abordando temas como educação, família, moral e ética cristãs.

Confira agora a primeira parte da entrevista exclusiva com Solano Portela!

1- Sabemos que o Brasil passa por uma crise na educação, que, na verdade, se arrasta há vários anos, desde muito antes da própria regulamentação do ensino, na década de 60. A tentativa para "solucionar" o problema tem sido, cada vez mais, a centralização da educação nas mãos do Estado, relegando à família e à instituições (como a Igreja) papel secundário e de pouca relevância. Enquanto educador e cristão, o senhor acha que a participação da família e da Igreja (em nosso caso, a evangélica) na educação de nossos jovens e crianças pode contribuir para a solução dessa crise?

SP: Em minha concepção, a igreja perdeu um pouco a visão teológica da educação integral das pessoas. Foi em ambiente eclesiástico que floresceram as primeiras Universidades. A educação rabínica envolvia não somente a educação religiosa, mas a educação nas letras, matemática, e outras habilidades. Biblicamente falando, a responsabilidade de educar pertence aos pais (Dt. 6), que deveriam instruir as crianças sobre os feitos e atos de Deus, na Criação, mas também sobre a própria criação e, em uma sociedade agrícola, nas tarefas realizadas pelo pai e demais membros da família. A orientação de Lutero (1483-1546) foi seguida nas igrejas Luteranas, que se caracterizaram pelo incentivo à existência de escolas paroquiais ao lado de cada uma. Calvino (1509-1564) fundou a academia de Genebra, para instrução nas letras, ciências, artes. Comênio (1592-1670) escreveu sobre a educação escolar, firmada em princípios didáticos encontrados na Palavra de Deus. A escola moderna é apenas uma extensão dessa delegação recebida dos pais, na tarefa do “bem educar”, mas o ensino se secularizou e tanto as famílias como as escolas se contentaram em receber e apresentar uma versão horizontalizada da educação, na qual o Criador está conspicuamente ausente. Cabe à Educação Escolar Cristã, resgatar esse território cedido ao inimigo. Longe de querer adentrar a esfera da igreja, que complementa a educação religiosa, que deveria ter o seu gênese e eixo no seio do lar, a escola verdadeiramente cristã verá a sua missão em sua própria esfera, como uma delegação recebida dos pais. Essa delegação se traduz no ministrar todas as áreas de conhecimento – com excelência e competência – no contexto de que Deus existe; é a fonte de todo o conhecimento; dá sentido à compreensão de nós mesmos, dos nossos semelhantes e do universo; e se comunica conosco na pessoa do seu Filho Jesus – Deus conosco, pela ação do Espírito Santo que chama através dos séculos às pessoas ao arrependimento e a uma vida responsável e cidadã. No momento em que as escolas cristãs entenderem e praticarem a sua missão, farão grande diferença à nossa sociedade e levarão muitos a exclamar: “Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt 4.6).


terça-feira, 16 de julho de 2013

Mas, e Mateus 18? Postado por Augustus Nicodemus Lopes

Posted: 10 Jul 2013 07:03 PM PDT
Já presenciei diversas situações em que tentativas de exercer a disciplina em pastores e líderes que cometeram faltas em público, abertamente, do conhecimento de todos, foram engavetadas sob a alegação de que os denunciantes ou queixosos não cumpriram antes o que Jesus preceitua em Mateus 18:15, "Se teu irmão pecar contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão."

Todavia, esses passos iniciais que Jesus estabeleceu em Mateus 18 têm a ver com irmãos faltosos que pecaram "contra nós" (Mat 18:15-17). Em vários manuscritos gregos antigos a expressão “contra ti” não aparece, o que tem levado estudiosos a concluir que se trata de uma inserção posterior de um escriba. Todavia, existem vários argumentos em favor da sua autenticidade. Primeiro, mais adiante no texto, tratando ainda do mesmo assunto, Pedro pergunta a Jesus: “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe?” (Mat 18:21). A pergunta de Pedro reflete o entendimento que ele teve das instruções de Jesus quanto ao pecado de um irmão contra ele. Segundo, a expressão “contra ti” aparece na maioria dos manuscritos, ainda que mais recentes. Terceiro, a omissão da expressão nos manuscritos mais antigos pode se explicar pela ação deliberada de um escriba que quis generalizar o alcance das instruções. Por esses motivos, consideramos a expressão como tendo sido originalmente pronunciada por Jesus.

Notemos, portanto, que em Mateus 18 o Senhor não tem em mente os pecados públicos cometidos contra a Igreja de Cristo. O Senhor está tratando do caso em que um irmão pecar "contra mim". Num certo sentido, todos os pecados que um irmão comete acabam sendo contra mim, pois sou membro da Igreja que ele ofendeu. Mas, existem ofensas e faltas que me atingem de forma direta, como indivíduo. É disso que Mateus 18 trata.

Portanto, há que se distinguir duas situações gerais que precisam ser tratadas de forma diferente: aqueles pecados que foram cometidos abertamente e que são do conhecimento público, e aqueles outros que foram cometidos diretamente contra uma pessoa, e que ainda não são do conhecimento público. Os primeiros, os tais pecados abertos e públicos, devem ser tratados imediatamente pela Igreja, e não por indivíduos em conversas privadas. Os segundo, estes sim, exigem o tratamento que Jesus ensina em Mateus 18. Evidentemente, há pecados que se encaixam nas duas categorias e nem sempre é possível distinguir com facilidade o caminho a seguir.

De acordo com Calvino, os pecados abertos e públicos devem ser tratados sem demora pelos conselhos das igrejas, para que os bons membros não sofram uma tentação a mais ao pecado ocasionada pela demora. Calvino apela como prova para a repreensão pública imediata que Paulo fez a Pedro, conforme Gálatas 2:11,14. Paulo não esperou para falar em particular a Pedro. Como o pecado de Pedro, que era a hipocrisia, foi cometido abertamente, Paulo passa a repreendê-lo abertamente, sem demora.

Paulo também orienta Timóteo a disciplinar publicamente aqueles que vivem no pecado: “Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam” (1Tim 5:20). Não há aqui nenhuma menção da necessidade de procurar esses faltosos em particular uma ou duas vezes, mas apenas a necessidade de se estabelecer o fato pelo depoimento de testemunhas.

Quando Paulo tratou do caso do imoral de Corinto, um caso que era público, notório e do conhecimento de todos (cf. 1Cor 5:1), pediu a imediata exclusão do malfeitor (1Cor 5:13), lamentando que isso ainda não tivesse acontecido. Quando Ananias e Safira pecaram, mentindo abertamente sobre o valor das propriedades vendidas, ao trazerem diante dos apóstolos a sua oferta, foram disciplinados imediatamente por Pedro, sem que houvesse quaisquer encontros particulares anteriores com eles (At 5:1-11).

As exortações de Paulo para que nos afastemos dos que ensinam falsas doutrinas (Rom 16:17), para que se admoestem os insubmissos (1Tes 5:14), para que nos apartemos dos desordeiros (2Tes 3:6), para que fujamos e nos separemos dos falsos mestres (2Cor 6:17; 2Tim 3:5) sugerem ação disciplinar exercida pela Igreja sobre membros da comunidades que notoriamente são insubmissos, desordeiros, divisivos, falsos doutrinadores. O apóstolo traz uma lista complementar em 1Coríntios: "Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais" (1Cor 5:11). No caso de Himeneu e Alexandre, dois notórios blasfemadores e divulgadores de falsas doutrinas, Paulo os entrega diretamente a Satanás (1Tim 1:20).

Essas evidências levam à conclusão de que, no caso de irmãos que vivem notoriamente em pecado e que cometeram esses pecados abertamente, publicamente, não existe a necessidade de exortação particular e individual antes de se iniciar o processo disciplinar pela Igreja.

Aqui cabe mais uma vez citar o pensamento de Calvino, ao comentar Mateus 18:15. O Reformador mais uma vez distingue entre pecados abertos e secretos e exclama: "Certamente seria um absurdo se aquele que cometeu uma ofensa pública, cuja desgraça é conhecida de todos, seja admoestado por indivíduos; pois se mil pessoas tiverem conhecimento dela, ele deveria receber mil admoestações".

Isso não significa negar aos faltosos o direito de se defender e de se explicar. O pleno direito de defesa sempre deve ser garantido a todos. Todavia, eles exercerão esse direito já diante da Igreja, e não diante de um irmão em particular, de maneira informal.

A determinação de Paulo a Tito, para que ele se afaste do homem faccioso após adverti-lo duas vezes (Tit 3:10-11), pode parecer militar contra o que estamos dizendo acerca do tratamento de pecados públicos. Todavia, é provável que as duas advertências que Paulo menciona já sejam públicas e abertas, pois se trata de homem faccioso, isso é, que promove divisões na igreja pelo ensino de falsas doutrinas. Se as mesmas não surtem efeito, como disciplina preliminar, a exclusão (implícita no mandamento para separar-se) é o passo definitivo e final.

Infelizmente, pela falta de distinção entre pecados públicos e pessoais, concílios e igrejas apelam para o não cumprimento de Mateus 18 em casos de denúncias feitas contra seus pastores, para travar administrativamente processos disciplinares contra os mesmos. Presenciei diversos casos de denúncias feitas contra pastores que haviam cometido faltas notórias e que foram arquivadas por seus concílios sob a alegação de que os passos de Mateus 18 não haviam sido cumpridos. Todavia, não se tratavam de faltas cometidas contra irmãos específicos, mas de erros públicos, notórios, que afetavam a Igreja de Cristo como um todo.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

JOHN PIPER CRÊ NOS DONS ESPIRITUAIS...

 JOHN PIPER CRÊ NOS DONS ESPIRITUAIS...

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(VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

(VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

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http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/07/video-dr-zenobio-fonseca-sempre.html

SOU REFORMADO, CALVINISTA, PURITANO, CONSERVADOR-ORTODOXO, REFORMACIONAL-TEONÔMICO E CREIO NA CONTEMPORANEIDADE DOS DONS DO ESPÍRITO SANTO!

Pastor, por favor me esclareça uma coisa: O senhor acredita na contemporaneidade dos dons do Espírito Santo? 

Pois é, volta e meia alguém me pergunta  se eu creio na contemporaneidade dos dons, a essas pessoas eu tenho  respondido que sim, entretanto, não são poucos aqueles que dizem: Ué? É possível  ser calvinista e crer nos dons espirituais? A estes eu também respondo: Claro que sim, por ser calvinista eu faço da Bíblia a minha única e exclusiva regra de fé, e devido a isso, sou levado a crer que os dons espirituais existem e são para os nossos dias e que são outorgados mediante o Espírito Santo aos  crentes em Jesus.

Veja por exemplo o que Paulo diz a respeito dos dons espirituais:  "Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes" (I Co 12.1). – Os termos que a Bíblia emprega para os dons espirituais descrevem a sua natureza. "Dons espirituais", (gr. pneumatika, derivado de pneuma, "espírito"). A expressão refere-se às manifestações sobrenaturais concedidas como dons da parte do Espírito Santo, e que operam através dos crentes, para o seu bem comum. Paulo assevera que esses dons fortalecem espiritualmente o corpo de Cristo e aqueles que necessitam de ajuda espiritual (Rm 12.6; Ef 4.11; 1 Pd 4.10).

Prezado leitor, creio nas Escrituras como a infalível palavra de Deus e em virtude disso sou tomado pela convicção que os dons não cessaram. Além disso,  afirmo sem titubeios que Deus é infinitamente poderoso para ainda hoje derramar sobre nós o seu Espírito  e conceder dons espirituais aos santos da mesma maneira como fez no passado.

Em Cristo,
Renato Vargens



Por Renato Vargens

Outro dia eu afirmei que acredito na contemporaneidade dos dons espirituais. (leia aqui)

Pois é, hoje eu gostaria de falar sobre a  importância dos dons para a igreja.

Acredito que a igreja de Cristo poderá   deixa de alcançar a sua verdadeira estatura na realização dos propósitos de Deus enquanto os seus membros negligenciarem o significado e a importância dos dons do Espírito na vida  da comunidade da fé. Ora, bem sei que quem trabalha e edifica a igreja é o Senhor, no entanto, entendo também que coube ao Eterno decidir que os dons do Espirito Santo deveriam servir como instrumentos de edificação da igreja.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos há alguns anos entre 1200 cristãos ativos revelou-nos uma conclusão assustadora: 80% dos entrevistados não conheciam os seus dons espirituais. Só 20% afirmaram que conheciam e estavam usando os seus dons. Apesar desta pesquisa ter sido feita em um país tão diferente do nosso, acredito que a realidade brasileira não seja tão diferente.

O que é dom Espiritual?

 "Um Dom Espiritual é uma habilidade especial que o Espírito Santo dá a cada membro do Corpo de Cristo de acordo com a graça de Deus para ser usada na edificação da igreja."

Pontos importantes a serem observados sobre os dons espirituais:

1º Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito Santo de Deus. Ora, em outras palavras, isto significa dizer que o Espírito é o agente responsável por conceder dons espirituais a igreja. (I Co 12:1-11.)

2º Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito aos membros do Corpo de Cristo. O Novo testamento nos ensina que cada membro do Corpo de Cristo tem pelo menos um Dom. (I Co 12:12-31). Isto posto, afirmo que aquele que não conhece os seus dons, não é porque Deus não lhe deu dons; é simplesmente porque ainda não os descobriu.

3º Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito gratuitamente a todo membro do corpo de Cristo.(I Co 12:07; Ef 4:07-12; I Pd 4:10). 

Isto significa que:

a) Deus não nos dá dons como recompensa pela firmeza de caráter ou maturidade espiritual. Ele nos dá dons somente em virtude da sua graça (Rm 12:06).

b) Dons espirituais não são recompensa por nossa fidelidade especial na caminhada da fé. Dons espirituais são distribuídos por Deus de acordo com a sua vontade soberana.

 4º Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito com vistas a edificação da igreja. 

Todas as afirmações significativas que o Novo Testamento faz sobre os dons (Rm 12; Ico 12; Ef 4), estão relacionadas ao Corpo de Cristo e à sua edificação. Os dons espirituais não são dados apenas para a edificação de cada membro individualmente, mais para o bem de todos (I Co 14:2-5,26; Ef 4:12).

Pense nisso!

Renato Vargens